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Revision 31a4c21e

ID31a4c21e7b6984d19ad4e71a24572f2b7e3ad948
Parent 5c1e083f
Child a1724f70

Added by Manuel Costa about 7 years ago

Estrutura atualizada

View differences:

documento.tex
10 10
\usepackage{acronym}
11 11
\usepackage{graphicx}
12 12
\usepackage{verbatim}
13
\setcounter{tocdepth}{3}
14
\setcounter{secnumdepth}{3}
13 15

  
14 16

  
15 17

  
......
225 227
  }
226 228
}
227 229
\end{verbatim}
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Da mesma forma que nos \textit{Makefiles} existe um \textit{target} e uma instrução associada. De certa forma é semelhante ao uso do \LaTeX ou do HTML na medida em que é indicado um \textit{begin} e um \textit{end} para cada \textit{target/project}, etc. 
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Da mesma forma que nos \textit{Makefiles}, existe um \textit{target} e uma instrução associada. Tem semelhanças ao uso do \LaTeX ou do \ac{HTML} na medida em que é indicado um \textit{begin} e um \textit{end} para cada \textit{target/project}, etc. 
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É também vísivel a  possibilidade de programar utilizando a linguagem Java dentro dum ficheiro \textit{build.xml}.
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\subsection{Conclusão - Ant}
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Para lidar com projectos Java, o \textit{Ant build} é superior ao \textit{GNU make} mas, como em tudo na Informática, existe muito debate entre os programadores. Também parece ser mais fácil lidar com dependências entre sistemas operativos utilizando o \textit{Ant build} sempre que seja relativamente a projectos Java.
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Para lidar com projectos Java, o \textit{Ant build} é superior ao \textit{GNU make} mas, como em tudo na Informática, existe muito debate entre os programadores. Também parece ser mais fácil lidar com dependências entre sistemas operativos utilizando o \textit{Ant build} sempre que seja relativo a projectos Java.
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Por outro lado, a síntaxe dos \textit{build files} é mais complexa e menos legível. Em projectos muito grandes isto pode ser um grande contra à utilização do \textit{Ant build}. 
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%
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%
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%
240
%
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\part{CMake}
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\label{part.cmake}
236
\chapter{BLA}
237
\section{BLABLA}
238

  
243
\chapter{Cmake}  %Explicar quem é o pessoal do cmake
244
\section{Apresentação} %Pegar no cmake propriamente dito e por aí fora
245
\subsection{O que é?}
246
\section{Cmake vs GNU Make} % Comparar com enumerate
247
\subsection{Prós e contras}
248
\subsubsection{Exemplos} %Imagens exemplo a explicar a comparação feita antes
249
\subsection{Conclusão - Cmake} %Conclusão do CMake comparado com GNU
250
%
251
%
252
%
239 253
\chapter{Metodologia}
240 254
\label{chap.metodologia}
241 255
A pesquisa baseou-se numa primeira fase em resolver exercício do guião para compreender melhor o que são ferramentas de automação. Ao mesmo tempo, foram adquiridos conhecimentos em duas ferramentas específicas: \ac{GNU} Make e \ac{GNU} auto-tools.
......
260 274
\acro{glisc}[GLISC]{Grey Literature International Steering Committee}
261 275
\acro{GNU}[GNU]{GNU's Not Unix!}
262 276
\acro{LABI}[LABI]{Laboratórios de Informática}
277
\acro{HTML}[HTML]{\textit{HyperText Markup Language}}
263 278
\end{acronym}
264 279

  
265 280

  

Also available in: Unified diff