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Added by Pedro Henrique Dias Ferreira about 7 years ago

resumo e introdução, tem erros de formatacao

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documento.tex
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\maketitle
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% RESUMO
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\pagenumbering{roman}
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\begin{abstract}
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resumo de 200-300 palavras.
85
\end{abstract}
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\tableofcontents
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90 80

  
......
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\pagenumbering{arabic}
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\chapter{Resumo}
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Este trabalho, no âmbito da Unidade Curricular \ac{LABI} do primeiro ano do \ac{miect}, aborda 3 ferramentas de automaçao de projectos, nomeadamente as \texit{Autotools}, \texit{ANT Tools} e o \texit{CMake}. As 3 ferramentes são brevemente exploradas e analisadas, apresentando-se as suas vantagens e desvantagens em relação a outras ferramentas e ao âmbito do seu uso. São ainda apresentados alguns exmplos para cada ferramenta abordada neste trabalho. Comparamos também as \texit{ANT Tools} e o \texit{CMake} ao \texit{Make} uma vez que foi a ferramente que exploramos na aula de \ac{LABI}.
89
Posteriormente apresentamos as nossas conclusões sobre o tema, Ferramentas de automação.
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\chapter{Introdução}
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\label{chap.introducao}
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Este trabalho surge no âmbito da Unidade Curricular \ac{LABI} do primeiro ano do \ac{miect}
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Entre os temas disponíveis, optámos por este uma vez que iremos abordar, ainda este ano, estes conteúdos em outras unidades curriculares.
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Este trabalho surge no âmbito da Unidade Curricular \ac{LABI} do primeiro ano do \ac{miect}. Entre os temas disponíveis, optámos por este uma vez que iremos abordar, ainda este ano, estes conteúdos em outras unidades curriculares. É também um tema com várias opiniões distintas na informática, portanto achamos interessante analisar algumas das ferramentas de automação existentas para melhor entendermos as várias ferramentas.
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102
Este documento está dividido em quatro capítulos. Depois desta introdução, no \autoref{chap.descricao} será descrito o trabalho, no \autoref{chap.metodologia} é apresentada a metodologia seguida, no \autoref{chap.resultados} são apresentados os resultados obtidos, sendo estes discutidos no \autoref{chap.analise}. Finalmente, no \autoref{chap.conclusao} são apresentadas as conclusões do trabalho.
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Este documento está dividido em quatro capítulos. Depois desta introdução, no \autoref{chap.gnu} abordamos as \texit{autotools}, no \autoref{chap.ant} é abordada as ferramentas \texit{Ant}, no \autoref{chap.cmake} é abordado o \autoref{CMake}, sendo depois apresentada a metedologia no \autoref{chap.metedologia}. Finalmente, no \autoref{chap.conclusao} são apresentadas as conclusões do trabalho.
103 97

  
104 98
\part{GNU \textit{Autotools}}
105 99
\label{part.gnu}
......
185 179
\part{ANT Tools}
186 180
\label{part.ant}
187 181
\chapter{Apache Ant}
182
\label{chap.ant}
188 183
\section{Apresentação}
189 184
\subsection{O que é?}
190 185
Da mesma forma que \textit{developers} encontraram uma solução para automatizar os processos de compilação, outras alternativas foram surgindo que, à partida, se distinguem em determinadas áreas. São um exemplo as \textit{Apache Ant Tools}, que surgem enquadradas no projecto \textit{Apache Tomcat} em 2000. Criada por James Duncan Davidson, também autor do projecto \textit{Apache Tomcat}.
......
240 235
%
241 236
\part{CMake}
242 237
\label{part.cmake}
243
\chapter{Cmake}  %Explicar quem é o pessoal do cmake
238
\chapter{CMake}  %Explicar quem é o pessoal do cmake
244 239
\section{Apresentação} %Pegar no cmake propriamente dito e por aí fora
245 240
\subsection{O que é?}
246 241

  
......
249 244

  
250 245
Também é uma ferramente open-source à semelhança do \texit{make}, mas obviamente têm as suas diferenças:
251 246
\begin{enumerate}
252
\item Nao compila o código, mas sim gera os buildfiles de acordo com a plataforma aonde está a correr, por exemplo, Makefiles no UNIX.
253
\item É uma ferramente mais apropriada a projectos multiplataforma, enquanto que no \texit{make} teriamos de criar um Makefile por plataforma.
254
\item O CMake consegue lidar bem com hierarquias de directórios complexas e aplicaçoes que dependem de várias librarias.
247
\item Nao compila o código, mas sim gera os \texit{build files} de acordo com a plataforma aonde está a correr, por exemplo, \texit{Makefiles} no \texit{UNIX}.
248
\item É uma ferramente mais apropriada a projectos multiplataforma, enquanto que no \texit{make} teriamos de criar um \texit{Makefile} por plataforma.
249
\item O \texit{CMake} consegue lidar bem com hierarquias de directórios complexas e aplicaçoes que dependem de várias librarias.
255 250
\item Requer menos código para tarefas mais triviais.
256 251
\end{enumerate}
257 252

  
258 253
\subsection{Contras à utilizaçao do \texit{CMake}}
259 254

  
260
Uma das maiores dificuldades na utilizaçao do \texit{CMake} é o facto de ter a sua própria linguagem, não tão intuitiva como outras ferramentas como por exemplo as \texit{AutoTools}. O facto do \texit{CMake} não compilar mas sim gerar os builfiles também pode ser visto como uma desvantagem uma vez que continuamos a ter de executar o comando make para compilar o projecto. É necessário ainda que o sistema aonde trabalhamos tenho \texit{CMake} instalado.
255
Uma das maiores dificuldades na utilizaçao do \texit{CMake} é o facto de ter a sua própria linguagem, não tão intuitiva como outras ferramentas como por exemplo as \texit{AutoTools}. O facto do \texit{CMake} não compilar mas sim gerar os \texit{buildfiles} também pode ser visto como uma desvantagem uma vez que continuamos a ter de executar o comando make para compilar o projecto. É necessário ainda que o sistema aonde trabalhamos tenho \texit{CMake} instalado.
261 256

  
262 257
\subsubsection{Exemplos} %Imagens exemplo a explicar a comparação feita antes
263 258
\begin{figure}[h]

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