História

História

1950 a 1958

A realização deste campeonato decorreu de 1950 a 1958, e foi o regresso das com petições automobilísticas, após a interrupção provocada pela segunda guerra mundial. Este regresso foi dominado por equipas que teriam feito parte da com- petição automóvel posteriormente à guerra. Como é o caso de marcas como: Alfa Romeo, Ferrari, Mercedes-Benz e Maserati. Neste retorno, e devido à predominância das equipas veteranas, regressaram as apostas em modelos de carros já existentes antes da guerra. Estes modelos possuíam um motor dianteiro e pneus estreitos. Até 1954 foi realizado apenas um campeonato desta modalidade, sendo este o "Campeonato de pilotos de F1". Após esse ano, foi criado um campeonato em conjunto, o "Campeonato de Construtores F1", que é o campeonato dirigido para as equipas que competem.

1959 a 1980

De 1959 a 1980, decorreu a denominada “época de garagistas”, em que a importância da aerodinâmica foi crescendo, uma vez que a pressão provocada pela força aerodinâmica dos carros sobre a pista era tanta que foi necessário desenvolver molas extremamente duras para que fosse possível manter a suspensão competitiva, apesar de que o piloto dependia apenas nos pneus para contrariar as irregularidades da pista. Esta época ficou assim conhecida, uma vez que os carros não eram testados nas fábricas, mas sim nas garagens de cada equipa.

1981 a 1999

No final do século XXI, mais concretamente a partir dos anos 80, a F1, tal como outros desportos, passou a mover vários milhões de euros. Tornando-se assim no grande negócio que é hoje em dia, já nas mãos da Bernie Ecclestone, que gere os direitos da F1 desde 1970. Após a aquisição da Brabham, em 1971, Bernie conseguiu obter um lugar na Formula One Constructors Association (FOCA) tornando-se no presidente da mesma passado alguns anos. A monopolização do poder e o controlo que Bernie Ecclestone tinha na F1, levou Jean Marie Ballestre a criar a Federacion Internationale du Sport Automobile (FISA). Durante 10 anos, estas duas empresas travaram uma guerra devido à exploração desta modalidade. Guerra que foi mais tarde resolvida pela intervenção de Enzo Ferrari que levou a um acordo entre estas 2 entidades, que entregou os direitos comerciais à FOCA e a responsabilidade pelos regulamentos técnicos e desportivos da F1 à FISA.

2000 a 2007

Já no inicio do século XX, as regras deste desporto foram constantemente alte radas, com o intuito de tornar as corridas mais competitivas. Depois de vários anos, mais concretamente a partir de 1980, em que a F1 tinha como principais competidores as equipas especializadas em corridas (como a Williams, McLaren e Benetton), usando motores fornecidos pelas grandes fábricas, a F1 voltou a ser dominada pelas marcas fabricantes de motores. Começou com a criação da Jaguar pela Ford, que levou a que estes fabricantes dominassem a partir de 2006, com o retorno da Renault à competição, a presença da BMW, Toyota, Honda e da Ferrari, e mesmo da McLaren, que mesmo não sendo um produtor de motores, voltou a obter protagonismo com a participação da Mercedes-Benz.

2008 até ao presente

Após 2008, a maioria das equipas passaram a ser equipas privadas, devido ao abandono de equipas fabricantes. A primeira a abandonar foi a Honda que no final desse ano veio anunciar a sua saída. Mas prometendo um regresso em 2015, promessa essa que foi comprida. O ano de 2009 ficou fortemente marcado pela desistência da Toyota e da Renault. [1]